
Pense em um mascotezinho primário, fruto do desenho de uma criança da 2ª série. E os nomes, nada a ver com o Rio de Janeiro. A organização e a criatividade mandaram recado. Melhor escolher as opções acima, do blog kibeloco.

Janela do apto, 19 de julho de 2006. Quase 18h.

Pólo de Lazer Conjunto Esperança. Onde está a lua?

Quarteto trágico: Eu, Pilatos, Spike e Cacaia.

Trio ternura: Boioviski, vocês já sabem quem e Luca Salri.
Altamente recomendáveis:

Para quem gosta muito de mulher, mesmo as genéricas.
A sensibilidade de Almodóvar faz falta no mundo atual (vide ao seu redor).

Depois de ver o filme, você vai entender porque os israelenses estão jogando bomba no Líbano.
Javé não tem nada a ver com isso.
Eu gosto de goiaba. No Mondubim, tínhamos duas fontes. Mas dá trabalho pegá-las. Em frente ao meu bloco tem uma goiabeira, carregadíssima. Mas tenho preguiça de ir atrás. Um dia, ao voltar do trabalho, ouvi uma goiaba falar:
"Ricardinho, vou cair, estica a mão".
Estiquei. Apanhei. Comi. Estava gostosa.
Do livro "A Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres":
"-Quantos amantes você já teve? Interrompeu ele.
Ela silenciou. Depois disse:
- Não foram propriamente amantes porque eu não os amava."
Do mesmo livro:
"Temos mantido em segredo nossa morte paar tornar nossa vida possível"
cool.
Esse texto deveria ser postado logo após a eliminação do Brasil, mas não deu. Vamos lá:
Eu e a França
A primeira vez que perdi da França foi em 1986. Lembro com muita triteza de parte daquele jogo, afinal tinha apenas 7 anos. Me marcou a tristeza, o desconsolo de ver o Zico perdendo o pênalti. Naquela época como agora, já se contava com o ovo antes de ter saído da galinha. Lembro bem de, no Fantástico, terem exibido uma vinheta do Arakém, o show man, na qual ele mandava Napoleão para o espaço, por meio de um canhão. Quem foi para o espaço foi ele, que sumiu, e nós, que perdemos. Como vingança, torci pelos adversários do Platini, agora não me lembro quem.
Corta para 1998. Época do Grupo de Jovens Esperança, que tantas boas recordações me trouxe. Já namorava com a Érika (fazia pouquíssimos meses) e assistimos o jogo no Júnior Pagodeiro (hoje na Base Aérea). Antes de começar a partida, fui até o apto da Érika (onde moro hoje) e, ao ligar a TV, soube que Ronaldo tinha passado mal e seria substituído por Edmundo. Mau pressentimento,confirmado logo no primeiro tempo, quando o Zidane usava a cabeça só para fazer gols. Tive de engolir outra derrota.
Fast Foward. 2006.
Já bem instalado no apto da Érika, com a companhia de um torcedorzinho todo especial, perdi pela terceira vez para "Les Bleus". Sem convulsão, sem penâlti, mas com o gosto amargo de uma canhonada na bunda. Fica pra próxima. E isso não é ruim.
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